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Contato

Operação concluída

Porto Alegre (RS)

As Caravelas chegaram a Porto Alegre em setembro de 2025, em uma operação que conectou dois dos sistemas hídricos mais emblemáticos da cidade: o Guaíba e o Arroio Dilúvio.

Embora possuam características muito diferentes, ambos desempenham papel fundamental na dinâmica urbana, ambiental e climática da capital gaúcha.

De um lado, o Guaíba, símbolo da paisagem e da identidade da cidade.

Do outro, o Arroio Dilúvio, infraestrutura hídrica essencial para drenagem urbana e adaptação às chuvas.

Juntos, esses dois territórios permitiram observar como diferentes corpos d’água respondem à presença da tecnologia e às pressões do ambiente urbano.

GUAÍBA E ARROIO DILÚVIO

Ambientes lacustre e fluvial urbanos

Setembro a dezembro de 2025

POR QUE ESTE TERRITÓRIO IMPORTA

Nos últimos anos, Porto Alegre passou a ocupar lugar central nas discussões sobre adaptação climática
e resiliência urbana.

Eventos extremos evidenciaram a importância de compreender melhor os sistemas hídricos da cidade
e desenvolver soluções capazes de integrar natureza, infraestrutura e planejamento urbano.

Atuar simultaneamente no Guaíba e no Arroio Dilúvio
permitiu comparar diferentes realidades ambientais e ampliar o entendimento sobre o papel da água na construção de cidades mais resilientes. O projeto também dialoga diretamente com o Plano de Ação Climática de Porto Alegre, que passou a reconhecer a Caravela como uma das soluções inovadoras associadas ao futuro hídrico da cidade.

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Comparação entre diferentes dinâmicas aquáticas urbanas

Monitoramento ecológico contínuo

Produção de dados ambientais

Demonstração de soluções para resiliência climática

Remediação ecológica baseada na natureza

Educação ambiental

QUEM CONSTRÓI ESSE CUIDADO

A atuação em Porto Alegre foi conduzida pela Infinito Mare, com patrocínio da Heineken, que viabilizou a implantação inicial das Caravelas no Guaíba e no Arroio Dilúvio.

A operação no Arroio Dilúvio contou com o apoio da Prefeitura de Porto Alegre, fortalecendo o diálogo entre inovação, gestão urbana e resiliência climática. As análises e pesquisas associadas à operação  contaram com a colaboração da UFRGS,  da USP e do laboratório Econsulting, contribuindo  para investigações relacionadas à biodiversidade local,  à qualidade ambiental e à presença de contaminantes no território.

Após o encerramento do período patrocinado, as Caravelas permaneceram em Porto Alegre.


Hoje, as duas unidades seguem instaladas lado a lado no Parque Pontal, com o apoio da Marina do Pontal, que contribui para a permanência da tecnologia no território.

Os aprendizados desta operação seguem contribuindo para a evolução da tecnologia e para novas iniciativas voltadas à regeneração das águas e à adaptação climática das cidades.

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O QUE ESTA ÁGUA NOS REVELA

Porto Alegre mostrou que não existe uma única água.

Ao operar simultaneamente no Guaíba e no Arroio Dilúvio, a Caravela passou a conviver com realidades muito diferentes,
revelando a diversidade dos sistemas aquáticos urbanos.

Ao longo das coletas, das análises e das observações em campo, foi possível acompanhar como cada ambiente
responde aos ciclos climáticos, às pressões urbanas e aos processos ecológicos locais.

O território também revelou a importância de olhar para a água como infraestrutura viva. Mais do que paisagem, ela participa da drenagem, da biodiversidade, da adaptação climática e do funcionamento das cidades.

A experiência evidenciou ainda como eventos extremos podem transformar rapidamente um território, reforçando a importância de soluções capazes de se adaptar às mudanças e aos desafios do ambiente urbano.

Mais do que respostas prontas, Porto Alegre ampliou nossa compreensão sobre a relação entre água, cidade e clima.

A experiência reforçou a necessidade de integrar ciência,
natureza e planejamento urbano na construção de futuros mais resilientes.

O Guaíba e sua escala

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O Arroio Dilúvio

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Ciência em campo

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Água e cidade

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Vida em crescimento

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O QUE ESTE TERRITÓRIO REPRESENTA

Porto Alegre representa um dos territórios mais estratégicos da trajetória da Infinito Mare. Foi aqui que a tecnologia passou a dialogar diretamente com os desafios da adaptação climática urbana, em um momento histórico de reflexão sobre a relação entre cidades e água.

A experiência demonstrou que soluções baseadas na natureza podem contribuir não apenas para a regeneração dos ecossistemas, mas também para a construção de cidades mais resilientes.

O reconhecimento da Caravela no Plano de Ação Climática de Porto Alegre reforça seu potencial como ferramenta de monitoramento, regeneração e adaptação climática.

Os aprendizados construídos no Guaíba e no Arroio Dilúvio seguem inspirando novas aplicações em cidades que desejam fortalecer sua relação com a água e preparar seus territórios para os desafios do futuro.

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